segunda-feira, 12 de abril de 2010

Quantas refeições você faz por dia?


Esta foi uma das enquetes realizadas neste blog. Quantas refeições você faz por dia? Duas, três, quatro, cinco, seis ou mais? Quem participou da enquete e votou na opção "6 ou mais" ou "5" está de parabéns. Quanto mais refeições mais o organismo gasta energia e, assim, o metabolismo fica acelerado. Mas atenção: as refeições devem ser leves! O termo refeição não é usado somente para café da manhã, almoço e jantar; os lanches que intercalam também são refeições mas, chamamos de refeições menores, enquanto que as outras são as maiores ou refeições principais.

Quem tem uma vida corrida, trabalha ou estuda por um longo período, deve dar mais atenção à alimentação. Passar o dia com apenas uma refeição e depois descontar a fome na próxima, é um perigo. O que acontece nesses casos é um aumento do risco de diabetes tipo 2. Por que? Por exemplo: se você almoça ao meio-dia e só vai se alimentar novamente pelas oito horas da noite, com certeza irá ingerir grandes quantidades de alimentos para suprir a fome acumulada ao longo do dia. Podemos dizer que isso leva à, pelo menos, quatro consequências: 1) o organismo fica sobrecarregado; 2) o pâncreas também fica sobrecarregado, pois, ele é quem produz insulina para "empurrar" toda a glicose circulante nas células; 3) ao ficar horas em jejum o metabolismo retarda, dificultando a perda de peso e, 4) o excesso de calorias consumido e não gasto é acumulado sob a forma de gordura, principalmente na região abdominal.

Procure carregar uma fruta, uma barrinha de cereal ou um pacotinho de biscoito integral para o lanche da tarde. Assim, quando chegar em casa, não sentirá aquela fome exagerada. Uma dica importante para quem estuda ou trabalha uma boa parte do dia, é caprichar no café da manhã. Jamais pule essa refeição! Estudos comprovam que quem se alimenta bem pela manhã sente menos fome ao longo do dia. Não só por esse motivo, mas o café da manhã merece bastante atenção, pois, o organismo ficou horas sem receber alimento e ele precisa de energia para funcionar bem e dar disposição para suas atividades diárias.

Se você tem alguma dúvida sobre esse assunto, deixe aqui sua pergunta que posteriormente estarei respondendo.

Diabetes Gestacional

O que é?

Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida e o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez (é o que ilustra a imagem ao lado). Pode persistir ou desaparecer depois do parto.

Afeta o bebê?

Se não for tratada ou não tiver o controle do diabetes gestacional, o bebê pode ser afetado.

Como?

Na ocorrência de diabetes gestacional o pâncreas trabalha excessivamente para produzir insulina - hormônio que "empurra" a glicose livre na circulação para dentro das células - mas a insulina não consegue baixar os níveis de glicose no sangue. A insulina não atravessa a placenta, mas a glicose e outros nutrientes sim, de modo que a glicose extra no sangue atravessa a placenta proporcionando altos níveis no sangue do bebê. Isso exige que o pâncreas do bebê produza mais insulina para eliminar a glicose do sangue. Desde que o bebê está recebendo mais energia do que necessário para crescer e se desenvolver, a energia extra é armazenada como gordura. Como consequência, o bebê pode nascer acima do peso normal e com maior risco para obesidade quando crianças e maior risco de diabetes tipo 2 quando adultos.

Como tratar o diabetes gestacional?

Dieta alimentar especial e prática de atividade física. O acompanhamento médico e nutricional é fundamental para que o tratamento possa ser alterado na medida da necessidade.

E depois da gravidez?

O diabetes gestacional usualmente desaparece depois da gravidez mas existe uma chance de quase 70% que ela retorne numa gravidez futura. Em pouca mulheres, entretanto, a gravidez descobre diabetes do tipo 1 ou tipo 2. Muitas mulheres que tiveram diabetes gestacional desenvolvem diabetes tipo 2 anos depois. Para haver uma relação entre a tendência para ter a diabetes gestacional e diabetes tipo 2, ambas envolvendo resistência à insulina. A forma mais simples de prevenir o diabetes é mudanças no estilo de vida, cuidar da alimentação e praticar atividades físicas.




domingo, 11 de abril de 2010

12 alimentos que previnem o câncer

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1. Azeite de oliva - capaz de danificar o gene cancerígeno responsável por 25% a 30% de todos os cânceres de mama.

2. Vinho - o resveratrol (uma molécula contida na bebida), inibe etapas necessárias ao desenvolvimento da doença.

3. Alho - segundo estudos, há uma relação entre o consumo de alho e a diminuição do risco de câncer de estômago, esfôfago, pâncreas e mama.

4. Frutas cítricas - possuem polifenois e terpenos, componentes que reduzem a capacidade de reprodução da célula cancerosa.

5. Chá-verde - além do câncer, o chá também previne doenças cardiovasculares.

6. Soja - rica em isoflavona, composto inibidor da ação de enzimas ligadas ao desenvolvimento da doença.

7. Tomate - o licopeno, presente no tomate, é um antioxidante, ajuda na prevenção do câncer.

8. Cebola - atua no bloqueio de nitrosinas, substâncias tóxicas que causam câncer.

9. Verduras crucíferas - acredita-se que o glicosinolato, componente presente nas couves, brócolis e rabanetes, seja responsável pela redução do risco de desenvolvimento de câncer de mama.

10. Cúrcuma - estudos mostram que a planta pode inibir a proliferação de células cancerígenas.

11. Cacau - contém polifenois, componentes com ação antioxidante capazes de proteger as células.

12. Frutas vermelhas - um artigo americano mostram que as propriedades anticancerígenas de frutas como morango e framboesa neutralizam, reduzem e reparam as consequências da ação oxidativa do estresse e de inflamações.


Fonte: Revista Viva! desta semana.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Consumo de frutas no Brasil é baixo - diz estudo


Embora seja um grande produtor mundial de frutas e hortaliças, com grande abundância de variedades nas diferentes regiões do país, o brasileiro ainda é um péssimo consumidor destes alimentos, priorizando outros de inferior valor nutricional, tais como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes.

O resultado deste hábito é o crescente número de obesos, com aumento do risco de diversas doenças relacionadas ao excesso de peso e sedentarismo, como as cardiovasculares.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário mínimo para um adulto deve ser de cinco porções, ou 400 gramas de frutas e legumes. No Brasil, a ingestão não chega a um terço destes valores. Segundo a mais recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3% das calorias totais ingeridas pela população.

No estudo, da amostra de cerca de 10 mil famílias, foram levantadas informações sobre o perfil de consumo e os determinantes do não-consumo. Segundo os pesquisadores, um dos motivos para o não consumo destes artigos é o preço dos alimentos. A falta de hábito e de tempo para o preparo também pesou na hora da escolha.

Um novo estudo sobre o tema já está sendo finalizado, e os valores não são nada animadores. Parece que o triste cenário encontrado nas últimas três décadas do século 20, em que houve um declínio no consumo de alimentos básicos, tais como cereais, frutas e hortaliças na cidade de São Paulo, deve se manter.

Diante deste futuro sombrio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outras instituições, desenvolve, desde 2007, um projeto para subsidiar ações em comunidades atendidas pelo Programa de Saúde da Família (PSF), para incentivar a população a consumir mais frutas, legumes e verduras.

O grupo elaborou, por exemplo, uma série de livretos e cartilhas, disponíveis gratuitamente no site da Embrapa, para incentivar o consumo de vegetais, com recomendações nutricionais, quantidades a serem ingeridas e dicas de receitas. O material é também voltado a profissionais das áreas de nutrição e educação, pois oferece sugestões de como trabalhar o tema para estimular a alimentação saudável.

Os textos seguem as diretrizes do Ministério da Saúde e orientam, entre outros aspectos, sobre o consumo de sal, gordura e açúcar, bem como alertam para a importância da prática regular de atividade física.


Fonte: NUTRITOTAL


quinta-feira, 8 de abril de 2010

Antioxidantes para esportistas

Praticantes de atividades físicas necessitam de uma alimentação diferenciada para atender suas necessidades diárias, já que esse grupo tem um gasto energético maior quando comparado ao de pessoas sedentárias.

Sabe-se que a prática de atividade física leva ao aumento do consumo de oxigênio e, consequentemente, da produção de radicais livres, sendo assim é importante atentar para que alimento fontes de antioxidantes estejam presentes na alimentação diária e assim promovam o fortalecimento do sistema imunológico e retardem o envelhecimento precoce.

Conheça alguns dos principais antioxidantes e suas respectivas fontes alimentares:

  • Betacaroteno (pré-vitamina A): abóbora, manga, agrião, batata-doce, brócolis, cenoura, couve, espinafre, melão, mamão, damasco.
  • Vitamina C: melão, pimentão e frutas cítricas como kiwi, goiaba, caju, abacaxi, morango, laranja, tangerina, maracujá, acerola.
  • Vitamina E: amêndoas, avelãs, amendoim, castanha-do-pará, azeite de oliva, óleo de girassol, abacate, gérmen de trigo.
  • Zinco: carnes, ostras, moluscos, grãos, cereais integrais.
  • Selênio: grãos, alho, cebola, castanha-do-pará, carnes, peixes, leite e derivados.
  • Flavonas: frutas e vegetais.
  • Resveratrol: uvas rosadas com casca, vinho tinto, suco de uva.
  • Licopeno: tomate, molho de tomate, goiaba, melancia.