sexta-feira, 30 de abril de 2010

Qual a sua expectativa de VIDA?

Alimentação e vida longa: estudo recente mostra que dieta balanceada pode ser a chave para uma vida longa e fértil




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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial


SAL - PRINCIPAL CAUSADOR DA HIPERTENSÃO

Depois da guerra travada contra o tabaco e o açúcar, as autoridades de saúde agora miram suas armas para outro vilão da dieta: o sal. Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros com hipertensão arterial cresceu de 21,5%, em 2006, para 24,4% em 2009.

O levantamento, que entrevistou 54 mil adultos, concluiu que, apesar de terem aumentado em todas as faixas etárias, os casos de hipertensão cresceram sobretudo entre os idosos - 63,2% das pessoas com 65 anos ou mais apresentam o problema. Em 2006, esse porcentual era de 57,8%.

Pesquisas científicas já comprovaram a relação direta entre o consumo de sal e a hipertensão arterial, um dos grandes males de saúde pública no mundo. De acordo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, um brasileiro consome em média 12 gramas de sal por dia, quando o recomendado seria limitar essa ingestão a 6 gramas. Em geral, a quantidade é alta porque, além do sal contido no alimento industrializado, as pessoas não dispensam o saleiro durante as refeições.

O consumo de sal tornou-se um assunto de saúde pública. Na semana passada, o Institute of Medicina (IOM), agência independente criada pelo Congresso americano para promover a saúde pública, cobrou do órgão regulador de alimentos dos EUA, FDA (Food and Drug Administration), atitudes mais específicas no controle de sódio na alimentação. O objetivo nos Estados Unidos é diminuir a incidência de hipertensão e combater a mortalidade por doenças cardiovasculares. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Stanford em março mostrou que se a quantidade de sal fosse reduzida em 9,5%, milhares de vidas seriam poupadas.

Para a IOM, é preciso criar novos padrões federais para que a indústria alimentícia, os restaurantes e as empresas de alimentos façam reduções gradativas na quantidade de sal em seus produtos. Por enquanto, o FDA afirmou que pretende incentivar mecanismos voluntários de redução de sal nos alimentos, mas não definiu regras.

No Brasil - Autoridades brasileiras de saúde seguem na mesma direção. Nesta segunda-feira, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, representantes da comunidade médica participam em Brasília do encontro que debate o tema com autoridades governamentais.

"Temos o apoio das comunidades científicas e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para discutirmos alternativas que colaborem com a redução do sal nos alimentos", diz o cardiologista Marcus Malachias, presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). "Uma das propostas que pretendemos apresentar é a criação de incentivos para que os fabricantes de alimentos reduzam os teores de sal nos produtos."

A batalha das autoridades contra o uso exagerado de sal esbarra, no entanto, nos argumentos de boa parte da indústria alimentícia. A redução do sal interfere diretamente no sabor dos produtos industrializados, mas não é só.

"Ele também é um dos principais conservantes dos alimentos", explica Luiz Aparecido Bortolotto, cardiologista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Hipertensão. "Enquanto essa mudança não ocorre na indústria, é preciso concientizar a população a reduzir o sal na alimentação diária. Tirar o saleiro da mesa, usar ervas e outros temperos como alternativa.”

Inimigo da saúde - O problema do consumo excessivo de sal é que ele provoca retenção de sódio e água nos rins, o que aumenta o volume de sangue em circulação. Com uma quantidade maior de sangue nas paredes das artérias, a pressão arterial fica mais alta.

O levantamento divulgado hoje mostra que a doença não é ocorre apenas entre os idosos. Entre a população até 34 anos, 14% dos entrevistados apresentam pressão alta. E a proporção de hipertensos é maior entre mulheres (27,2%) do que entre homens (21,2%).

"O grande perigo da hipertensão está no fato de ser uma doença silenciosa. Ela não apresenta sintomas", explica Malachias. “Por isso, é importante conferir a pressão pelo menos uma vez por ano.” Uma Pressão considerada normal para adultos é aquela igual ou inferior a 12 por 8.


Fonte: Veja.com

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Perder peso ou eliminar peso?

Qual a diferença entre perder e eliminar peso?

Segundo Renato Dutra, colunista da Veja.com, a diferença entre perder ou eliminar pode parecer preciosismo, mas também tem um aspecto psicológico importante. Uma amiga corredora, em constante luta contra a balança, sempre me diz que “tenho de eliminar peso, porque se disser que tenho de perder, corro o risco de recuperá-lo”.

É exatamente assim que deveríamos pensar. No entanto, a maioria dos estudos mostra o contrário: mais de 90% das pessoas recuperamo o peso que perderam durante o período em que fizeram dieta. Perder e recuperar peso leva ao aumento nos fatores de risco coronarianos, ou seja, o efeito ioiô ou sanfona faz muito mal à saúde.

Especialistas da área de nutrição são categóricos: o processo de emagrecimento está intimamente relacionado à ingestão calórica controlada. Infelizmente, poucos conseguem manter a disciplina do controle alimentar.

É aí que entram os exercícios físicos. Estudos demonstram que indivíduos que se submeteram a um programa que combinava dieta e exercícios regulares apresentaram uma tendência menor de recuperar o peso perdido. Uma das hipóteses é de que a atividade física permite que o indivíduo cometa pequenos abusos na alimentação, porque tem gasto calórico mais elevado e metabolismo mais acelerado.


Fonte: Veja.com


Receita saudável: Estrogonofe de legumes


Ingredientes:

  • 3 xícaras (chá) de cenouras refogadas em palitinhos
  • 1 xícara (chá) de chuchu em palitos
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 6 tomates cozidos e peneirados
  • 1 lata pequena de palmito
  • 1 cebola picada
  • 1 caixinha de creme de leite (200g)

Modo de preparo:

Doure a cebola na manteiga, junte o chuchu, a cenoura já cozida e o palmito, escorrido e picado. Adicione os tomates. Ferva por cinco minutos. Adicione por último o creme de leite, misture bem e sirva.


Rendimento: 6 porções
Valor calórico: 15 kcal/porção
Proteínas: 2,8g
Lipídeos: 14g


Fonte: Jornal Gazeta do Povo



quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dicas de alimentação para as crianças


Como ensinar os filhos a comer direito? A introdução correta dos alimentos durante a primeira infância é fundamental para garantir hábitos saudáveis no futuro. Tanto as crianças quanto os pais precisam ter disciplina. Um erro muito comum com crianças de 1 a 2 anos de idade é a mãe dar a mamadeira de leite no lugar da refeição quando elas se negam a comer. Ao substituir a comida por produtos lácticos, os pequenos ficam preguiçosos para mastigar e não ingerem os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento.

Depois que os bebês crescem, a preocupação em oferecer uma alimentação equilibrada e a mais natural possível deve ser mantida. A família precisa se sentar à mesa, todos juntos, pelo menos uma vez por dia e o ideal é que a refeição seja preparada em casa e com ingredientes frescos e naturais. O consumo exagerado de produtos industrializados é o principal responsável pelos casos de obesidade, diabetes, hipertensão e colesterol alto entre crianças e adolescentes.

A nutricionista Luciane Gonçalves de Lima dá algumas dicas de como ensinar seu filho a comer bem:

  • O ideal é apresentar diferentes alimentos assim que o bebê desmamar, para preparar o seu paladar.
  • As crianças pequenas devem se sentar à mesa com os adultos. Se ela ainda não souber comer sozinha, não há problema em alimentá-la antes. O importante é a crianças observar o que os pais estão comendo e como. Por isso, os adultos devem dar o exemplo.
  • Deixe a criança pequena pegar, amassar e até se sujar com a comida de vez em quando, para que ela se familiarize com a aparência e a textura de diferentes alimentos.
  • Não fique correndo atrás da criança para que ela coma. É preciso estabelecer um ritual durante as refeições; Comer sentada na mesa, na frente do prato e as horas certas.
  • As crianças, assim como os adultos, devem fazer pequenos lanches entre as principais refeições. Isso diminui o risco de desenvolver obesidade e diabetes no futuro, por controlar a produção de insulina.
  • Criança magra não é sinônimo de criança saudável. Ela pode comer pouco, mas alimentos pobres em nutrientes. As necessidades de energia para uma criança em idade pré-escolar giram em torno de 1300 a 1800 calorias por dia. Uma refeição equilibrada deve conter aproximadamente 60% de carboidratos, 15% de proteínas e 25% de lipídios.

Fonte: Jornal Gazeta do Povo


terça-feira, 20 de abril de 2010

Cuidado com as fórmulas para emagrecer


Fórmulas para emagrecer podem trazer combinações perigosas


CLIQUE AQUI para assistir ao vídeo.






segunda-feira, 19 de abril de 2010

Um alerta contra o mau uso da ração humana

A moda é a ração humana. Composta por cerca de 10 ingredientes, tudo em pó e natural, promete perda de peso, rejuvenescimento e bom funcionamento do intestino. Entretanto, o seu uso não é programa de emagrecimento e o excesso de fibras pode causar sérios problemas intestinais - alertam nutricionistas.

Quem quer perder peso pulando a etapa do exercício físico e da boca fechada não pode se enganar: o produto não é uma solução, nem um programa de emagrecimento. "A ração tem que ser misturada com leite ou suco. As fibras possuem muito açúcar e, em excesso, elas fazem mal", diz a nutricionista Juliana, que dá outra dica: muita gente está usando a ração de forma equivocada, substituindo refeições.

A nutricionista Flávia Morais, que trabalha para a rede Mundo Verde, especializada em produtos naturais, diz que o uso abusivo da ração, que pode ser comprada pronta ou com os ingredientes separados, implica numa série de riscos. A ração só pode ser tomada uma vez ao dia e de preferência na parte da manhã. Essa mistura de cereais em pó pode trazer um sério risco à saúde, caso seja tomada sem orientação de um profissional. A pessoa pode ter distensão abdominal ou até mesmo constipação intestinal, já que o organismo de cada um funciona de uma forma diferente.

Flávia explica que a ração não é a fórmula para o emagrecimento e as fibras misturadas inibem o apetite. Ela alerta que exercícios físicos e dieta balanceada são essenciais para ter um corpo bonito e saudável.

Prós e contras da ração humana



Fonte: G1, Globo.com


Cozinha: cuidados que devemos ter em casa

Quando você vai almoçar em um restaurante, você já se perguntou como a comida foi preparada - no que diz respeito à higiene?

Nem passa pela cabeça, seria a resposta da maioria. Por mais que a comida esteja boa e agradável, será mesmo que quem preparou teve os cuidados básicos de higiene? Será que o local em que foi preparada é limpo e organizado?

Em casa devemos ter a mesma preocupação. Sabia que a cozinha tem muito mais bactérias que o banheiro? Esse assunto já foi matéria de reportagem. Você deve estar se perguntando, "como a cozinha tem mais bactérias se o banheiro é mais sujo?". O banheiro, justamente por ser o local mais sujo, acaba recebendo mais atenção que a cozinha. Por isso, pequenos detalhes da cozinha são deixados de lado podendo aumentar o risco de uma intoxicação alimentar.

Um levantamento recente realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo mostra que 27% dos casos de intoxicação alimentar registrados entre 1998 e 2008 estão relacionados à ingestão de alimentos preparados dentro de casa.

Você pode fazer um teste, criado pela FDA, para saber se a sua cozinha passa na prova da higiene. CLIQUE AQUI.

Veja agora os principais cuidados que devemos na cozinha para se prevenir contra a intoxicação alimentar.

  1. Lavar as mãos. Ao manipular alimentos sem antes higienizar as mãos, estará favorecendo a entrada de microorganismos nos mesmos. Elas são o principal veículo de transmissão de doenças. Lave-as sempre com água e sabão ou recorra ao álcool em gel.
  2. Mantenha o lixo a distância. Cesto de lixo na pia é sinônimo de contaminação. O ideal é deixá-lo no chão e opte pelos modelos acionados por pedal para evitar o contato com as mãos.
  3. Limpe bem a pia. Logo após o preparo das refeições, lave-a com água corrente, detergente e esponja.
  4. Cuide da esponja. Não deixe com resquícios de sabão ou de sujeira e troque-a antes de ficar com aparência de velha.
  5. Cuidado com a tábua de madeira. Sua superfície porosa, aparentemente inofensiva, é um convite ao acúmulo de sujeira. A cada utilização é necessário lavá-la com água e detergente e desinfetá-la com solução clorada por 15 minutos.
  6. Higienize as verduras de forma correta. Retire as partes deterioradas, lave o restante com água e deixe de molho em uma solução clorada (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água) por dez minutos e enxague novamente.
  7. Guarde a comida sempre na geladeira. Alimentos perecíveis não devem ficar expostos por maias de três horas em ambientes entre 10 a 60ºC.
  8. Jogue fora o que estiver estragado. Se um alimento em ma estado de conservação não for descartado depressa da geladeira, poderá estragar os demais.


Fonte: Revista Saúde é vital nº323

sábado, 17 de abril de 2010

Uma nova dieta para emagrecer?


Um tipo de dieta para emagrecer afirma que comer mais no café da manhã do que nas outras refeições ajuda a emagrecer. Neste método, o ideal é consumir o que quiser na primeira refeição do dia, desde que seja antes das 9h da manhã e que ela contenha fibras e proteínas. A refeição pode ter no máximo 900 calorias, metade do que um homem adulto precisa diariamente. A outra metade deveria ser dividida nas demais refeições.

Mas por que comer tanto no café da manhã?

A resposta é simples: nesse horário o metabolismo está mais acelerado e isso facilita a queima de gorduras. Conforme o dia vai passando, o metabolismo vai diminuindo. Então, comendo bem pela manhã mais energia será gasta. Não é à toa que dizem que comer após as 18 horas engorda. Esse "engodar" vai depender da qualidade do alimento mas, por um lado, essa afirmação está certa. A noite o metabolismo já está mais lento; o organismo não irá queimar toda energia consumida neste período favorecendo, assim, o seu acúmulo em forma de gordura.

Claro que não é preciso consumir 900 calorias no seu café da manhã, esse valor é muito quando comparado com as calorias totais que uma pessoa deve consumir ao longo do dia. Segundo a nutricionista Maria Elisa Fujiwara, para uma pessoa saudável, ativa e adulta, o máximo que pode consumir é de até 500 calorias no café da manhã.

Assista ao vídeo clicando AQUI.

Essa nova dieta foi criada por uma médica norte-americana, Dra. Daniela Jakubowicz, e publicada em um livro que está entre os 10 mais vendidos nos Estados Unidos (veja ao lado).

Jakubowicz fez um estudo de oito meses com 94 mulheres com sobrepeso. Um grupo seguiu sua dieta e outro grupo fez a dieta low-carb ou pobre em carboidrato. As mulheres que seguiram sua dieta perderam uma média de 40 quilos, enquanto que aquelas com a dieta low-carb terminou abaixo de cerca de 9 quilos em média.

Quem tiver interesse em ler um artigo sobre esse livro, clique aqui (em inglês).

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Obesidade na Adolescência


A obesidade é uma epidemia globalizada. Atualmente, entre os adolescentes escolares, 30% apresentam excesso de peso. Muitos fatores estão relacionados na gênese da obesidade, como os genéticos, fisiológicos e metabólicos, mas os que melhor explicam este rápido aumento estão relacionados à alimentação e ao estilo de vida.

Crianças e jovens obesos podem sofrer os mesmos males que adultos nesta situação, como hipertensão e diabetes do tipo 2. Ainda apresentam mais chances para problemas graves no futuro, como doenças cardíacas e até alguns tipos de câncer.

Diversos estudos comprovam que a obesidade é multicausal e, ainda, pode incluir problemas familiares levando a um desequilíbrio emocional. “Nem sempre o problema está na falta de conhecimento de uma alimentação balanceada. Os excessos cometidos pelos jovens têm causas, às vezes, no âmbito familiar”, afirma a nutricionista Simone Freire, coordenadora do PAPO - Programa de Atividade para o Paciente Obeso, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos pontos fundamentais no tratamento de jovens, bastante priorizado no atendimento do PAPO, são os laços familiares. “Podemos afirmar que uma das causas da obesidade é o fraco vínculo do adolescente com a família. O suporte de pessoas próximas é muito importante para o tratamento“, alerta a nutricionista.

No programa, outros aspectos que não estão diretamente relacionados à alimentação e à prática de atividade física são trabalhados por uma equipe multiprofissional.

“Temos médicos, psicólogos, professores de teatro, de dança e até mesmo uma profissional de moda, que vai trabalhar a percepção corporal utilizando as roupas escolhidas por cada uma delas. Buscamos resgatar a auto-estima, que geralmente vem escondida sob muita roupa pesada de cor escura, inclusive no verão, nos dias mais quentes”, explica.

Segundo Simone, mesmo estando acima do peso, estas meninas podem usar roupas coloridas e, para isso, esta profissional oferece dicas para combinar as peças adequadamente.

Outra novidade utilizada no grupo é o Qi-Mental, uma prática chinesa da medicina, que ajuda os adolescentes a traduzir a linguagem do corpo e da psique com relação ao seu excesso de peso, de forma que possam conectar com seus sentimentos e mobilizá-los a favor das mudanças desejadas.

A nutricionista também destaca a importância do contato com outras jovens que convivem com os mesmos problemas, dúvidas e angústias. “Este contato com as colegas acaba sendo um estimulo muito forte, por que elas vivenciam as mesmas dificuldades e com isto adquirem consciência de quem são, do que querem e do que precisam para mudar. Juntas, acabam se fortalecendo e lidando melhor com as dificuldades”.


Fonte: NUTRITOTAL

Bebidas Alcoólicas: Quantas calorias tem?

Vá devagar com elas, são altamente calóricas!

As bebidas alcoólicas não fornecem nenhum tipo de nutriente ao organismo, somente as calorias. Apenas 1 grama de álcool já fornece 7 kcal. O vinho, em termos de ausência de nutrientes, é uma exceção pois, contém uma substância chamada resveratrol - um poderoso antioxidante, também encontrado nas uvas roxas. Mas, isso não quer dizer que o seu consumo é livre por causa desse benefício. O segredo de tudo é a moderação, entretanto, quem está em processo de emagrecimento deve passar longe do álcool. Em uma outra postagem estarei falando sobre o resveratrol.

  • Pinga-------------------------- 198 kcal em 1 dose de 50ml
  • Batidas------------------------ 251 kcal em 1 copo de 100ml
  • Cerveja------------------------ 108 kcal em 1 copo de 200ml
  • Champagne ------------------- 85 kcal em 1 taça
  • Chopp ------------------------- 90 kcal em 1 tulipa
  • Cidra -------------------------- 50 kcal em 1 copo de 100ml
  • Conhaque ---------------------- 152 kcal em 1 dose de 50 ml
  • Licor -------------------------- 70 kcal em 1 cálice de 20ml
  • Ponche ------------------------ 100 kcal em 1 copo de 200ml
  • Rum --------------------------- 110 kcal em 1 dose de 50ml
  • Vinho branco doce ------------- 142 kcal em 1 taça de 100ml
  • Vinho branco seco -------------- 85 kcal em 1 taça de 100ml
  • Vinho rosé ---------------------- 74 kcal em 1 taça de 100ml
  • Vinho tinto ---------------------- 65 kcal em 1 taça de 100ml
  • Vodka --------------------------- 101 kcal em 1 dose de 50ml
  • Wisky --------------------------- 240 kcal em 1 dose de 100ml


quinta-feira, 15 de abril de 2010

Dicas para reduzir o consumo de sal


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 5 ou 6 gramas de sal por dia, o equivalente a uma colher de chá. Entretanto, estudos mostram que o brasileiro ingere o dobro disso, ou seja, em torno de 12 gramas por dia.

O consumo excessivo de sal se dá, muitas vezes, sem perceber. Por exemplo, ao comer um belo cachorro-quente. Quem vai dizer que um simples lanche como esse, além de ser calórico, também é rico em sal? O sódio - componente do sal - está presente até mesmo nos refrigerantes, principalmente nas versões diet, light e zero. Nesse caso, o uso do sódio é para "mascarar" a falta de açúcar e, assim, tornar seu sabor mais agradável.

Hipertensos devem ter atenção redobrada aos rótulos. Para esse grupo a recomendação de sal é de até 4 gramas por dia. No caso de hipertensos com mau controle da doença, a ingestão máxima de sal deve ser de 2 gramas.

Fique atento! Nos rótulos você irá encontrar a quantidade de sódio presente no alimento/bebida, ao invés de sal propriamente dito.

1 grama de sal contém 400 mg de sódio

Basta fazer uma regrinha de três para saber quanto de sal você estará ingerindo ou, a forma mais simples é memorizar a recomendação diária de sódio: até 2400 mg/dia para pessoas saudáveis e até 1600 mg/dia para hipertensos. Hipertensos não controlados podem ingerir no máximo 800 mg de sódio/dia.

Como exemplo temos a tabela de informação nutricional ao lado, de um produto qualquer. Cada porção contém 80 mg de sódio. Fazendo a regra de três, temos 0,2 gramas de sal. Parece pouco em vista das 5 gramas diárias que podem ser ingeridas. Mas, se for somar o teor de sal de cada alimento/bebida consumido durante o dia, é muito fácil ultrapassar a recomendação. Para hipertensos, 80 mg de sódio já é uma quantidade alta, representa 10% de suas necessidades diárias.

Retirado da Revista Vida Natural nº35, aqui vão algumas dicas para reduzir o consumo de sal no dia a dia:

  • Ao preparar os alimentos, procure substituir o sal por temperos naturais. Anote boas opções: cebola, alho, salsinha, cebolinha, sálvia, tomilho, louro, alecrim, açafrão, pimenta, cominho, manjericão, orégano, hortelã, limão, gengibre, centro, entre outros.
  • Fuja dos temperos industrializados, como ketchup, mostarda, molho shoyo, caldos concentrados, maionese.
  • Cuidado com os produtos em conserva (picles, azeitona, aspargo, patês e palmito, por exemplo), enlatados (extrato de tomate, milho e ervilha) e salgadinhos (como batata, amendoim, castanha de caju). Não abuse de alimentos prontos e industrializados.
  • Evite comer alimentos defumados e processados e carnes salgadas, como bacalhau, charque e carne-seca.
  • Nunca se esqueça de olhar a quantidade de sódio no rótulo dos alimentos.
  • Tire o saleiro da mesa, pois a tendência é colocar mais sal na comida já temperada.


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Receita para combater inchaços


As mulheres são as principais vítimas dos inchaços. Entre outros fatores, a retenção de líquidos é causada pela má alimentação, principalmente, pelo consumo excessivo de sal e açúcar.

Muitas vezes temos a sensação de ter engordado após um fim de semana altamente calórico. Mas, na verdade, o que realmente aconteceu foi a retenção de líquidos pelo consumo excessivo de sódio - mineral presente em muitos alimentos naturais mas, principalmente, nos industrializados como conservas e temperos - ou de açúcar. Um bom exemplo é o pós-Páscoa; é muito comum sentir-se inchada e "pesada" no dia seguinte.

Para combater esses inchaços a receita é simples: água, muita água. Além de hidratar, ela atua limpando o organismo eliminando as toxinas provenientes da alimentação e do próprio organismo, resultado da quebra de substâncias. Muitas frutas também ajudam a combater os inchaços, como a melancia, melão e o abacaxi, pois, são ricas em água e fibras - diuréticas, promovem a saciedade e ajudam a eliminar as toxinas. O melão, por exemplo, tem em sua composição 90% só de água.

SUCO PARA COMBATER INCHAÇOS

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de melão picado sem casca e sem sementes
  • Suco puro de 2 laranjas
  • 1 colher (sobremesa) de folhas frescas de hortelã picadas

Modo de preparo:

No liquidificador, bata tudo até ficar homogêneo e beba logo em seguida.


Fonte: Alimentos que emagrecem - S.O.S Você Extra nº8 - 2010


terça-feira, 13 de abril de 2010

9 perguntas e respostas sobre a prática esportiva no inverno


Praticar exercícios no inverno não é tarefa fácil. O corpo em repouso está mais frio que o normal e, por conta disso, os riscos de lesão aumentam. Para evitar isso, é necessário aumentar os cuidados com o aquecimento e também com a alimentação - já que o organismo consome mais energia para se manter aquecido. Profissionais respondem as dúvidas mais comuns:

1. É saudável fazer exercícios no inverno?
Sim, é tão saudável quanto no calor. A única diferença é que o corpo gasta mais energia no frio para manter-se aquecido. É importante uma alimentação adequada antes da prática de esportes para fornecer a energia necessária às atividades.

2. O que fazer para evitar lesões?
Para evitar lesões na prática de esportes em temperaturas mais baixas é preciso incrementar o aquecimento. Isso se deve ao funcionamento do nosso organismo. O fluxo sanguíneo precisa cumprir um processo gradativo para tingir seu ponto ideal de funcionamento, levando oxigênio para a musculatura ativa, assim como enzimas e outras substâncias químicas que atuam no fornecimento de energia para os nossos movimentos. Para atingir este ponto ideal no inverno, o organismo deve passar por uma preparação mais intensa: o recomendado é fazer entre 10 e 15 minutos de aquecimento antes de iniciar o alongamento.

3. O aquecimento é o mesmo para diferentes modalidades esportivas?
Sim. A despeito de ser uma corrida, tênis, ciclismo ou futebol, é importante fazer previamente uma caminhada de baixa intensidade, que deve ser intensificada até o trote - com duração total de 10 a 15 minutos. Em seguida, inicia-se o alongamento específico para cada modalidade.

4. Qual a diferença entre alongamento e aquecimento?
Aquecimento é a atividade física que possibilita o aumento da temperatura corporal interna e muscular - o que é fundamental para uma prática esportiva adequada. Já os exercícios de alongamento permitem a distensão em níveis seguros das fibras musculares. Alongar a musculatura sem que ela esteja devidamente aquecida já representa um risco maior de lesão.

5. Devo praticar esportes agasalhado?
Não. É ideal usar um agasalho apenas para ajudar no aquecimento. Já o treino deve ser feito com roupas próprias para exercícios. Ao terminar o treino, deve-se imediatamente tirar a roupa molhada de suor e colocar uma roupa seca e um agasalho para manter a temperatura do corpo.

6. Qual deve ser a minha alimentação para suprir o gasto extra de energia?
É importante comer alimentos que elevam a temperatura do corpo, como as proteínas (carne, peixes, frios, leite e derivados). Também é possível aumentar a temperatura do corpo com líquidos quentes.

7. Quem não se alimenta direito fica mais propenso a sofrer lesões?
Sim, pois a lesão pode ocorrer pelo enfraquecimento da musculatura. O músculo se utiliza de proteínas como fonte de energia quando não foi ingerida a quantidade suficiente de carboidratos. E o mesmo acontece se não houver reposição adequada após o treino, quando deve-se consumir carboidratos acompanhados de proteínas.

8. O que devo comer para evitar as lesões?
Carboidrato é a fonte de energia de mais rápida absorção, ficando disponível imediatamente ao organismo após a ingestão. Esse é o nutriente mais adequado para se comer antes e durante o exercício.

Exemplo de refeição uma hora antes do exercício:

1 fatia de pão torrado com geleia de frutas vermelhas + 1 copo de suco de fruta ou água de coco

9. Devo fazer um desaquecimento no final da prática de exercícios?
Sim, mas neste caso não existe diferença entre o calor e o frio. É sempre recomendado fazer um exercício com sobrecarga bem leve para diminuir a frequência cardíaca e remover as substâncias tóxicas geradas durante o treinamento.


Fonte: VEJA